Adoro livros. Adoro ler livros. Adoro mergulhar nas suas histórias e fundir-me nelas. Adoro tudo o que está relacionado com livros. Até adoro estantes. Eu não sou eu se não tiver um livro para ler.
Adoro livros. Adoro ler livros. Adoro mergulhar nas suas histórias e fundir-me nelas. Adoro tudo o que está relacionado com livros. Até adoro estantes. Eu não sou eu se não tiver um livro para ler.
Se do que fui desponta, agora, o que sou. E, se, o que agora sou, carrega dentro o que serei... Se sou semente, flor e fruto, escolho cuidar de mim. Se sou semente, flor e fruto, planto-me em terra fértil, abro-me ao sol e rendo-me à chuva.
... sempre tivera dificuldade em aceitar-se. Desde que conseguia lembrar-se de si que tinha a sensação de que não era suficiente. Os pais, ambos com as suas inseguranças individuais, haviam fomentado muito a ideia.
Por isso, agora dava por si a imaginar como seria aceitar-se inteiramente. Aceitar cada erro que cometera. Aceitar cada marca no seu corpo. Aceitar todos os sonhos que não alcançara e todas as dores que sentira. Todos os desejos ou ânsias que reprimira.
Imaginou que os (...)
Pensem um pouco nisto. Pensem como começamos... como uma entidade fixa. Como a semente de uma árvore que é plantada no solo. Depois crescemos... crescemos... e inicialmente somos apenas um tronco...
Mas depois a árvore, esta árvore que é a nossa vida, começa a desenvolver ramos. Agora pensem em todos esses ramos que brotam do tronco em alturas diferentes. Depois pensem nesses ramos que, por sua vez, se ramificam também, cada um numa direção oposta. Pensem nesses ramos que se (...)
Quando nascem, as fadas não voam. Os dragões não dominam o fogo. As bruxas como nós nem sequer sabem que são bruxas. Tudo se aprende. Só precisas de uma pitada de paciência, um punhado de tenacidade e de comer a ponta de uma estrela-cadente."
In Onde tudo brilha, de Alice Kellen
Naquela altura, tinha quinze anos e nunca beijara ninguém, mas fantasiava frequentemente com isso. O que me interessava não era o ato de beijar em si mesmo, mas tudo o que girava em torno desse instante: fechar os olhos lentamente, as borboletas a bater as suas asas, os violinos a soar em pano de fundo, os calcanhares a subir..."
In Onde tudo brilha, de Alice Kellen
Crescer é uma porcaria. Não o façamos nunca. Fiquemos sempre assim, a viver na floresta e a lançar feitiços e a comer chocolate com purpurinas ao pequeno-almoço."
In Onde tudo brilha, de Alice Kellen